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domingo, 23 de abril de 2017

Não desista de você.

Resultado de imagem para imagem de nunca desista de vocêNão há dúvida que às vezes a vida nos leva para algumas encruzilhadas das quais temos alguma ou mesmo muita dificuldade de sair. Quem nunca passou por esses momentos na vida? Não seria exagerado dizer que todo mundo, não é? 
Numa hora ou outra o infortúnio bate à nossa porta e, seja na forma que for, nos pega desprevenidos. Nesses momentos, por mais fé que acreditemos ter, ficamos balançados e, não raro, nos sentimos as últimas pessoas do mundo. Deus nos abandonou à nossa própria sorte.  É isso que dizemos para nós e para quem esteja perto de nós, embora saibamos que isso não é verdade. Apenas estamos passando por mais uma lição e que isso faz parte do nosso aprendizado, razão da nossa vinda a este mundo.
Apesar de sabermos disso, sempre que nos vemos diante dos problemas, ao invés nos sentir fortes e preparados para enfrentar o período de tempestade, nos sentimos fracos e desamparados. Mesmo sabendo que agindo assim não estamos nos ajudando em nada. Pelo contrário. Ao dar vazão aos pensamentos negativos e à ideia de que somos meros coitadinhos estamos aumentando ainda mais o peso que se encontra em nossas costas. Chegamos a entregar os pontos e desistimos de lutar.
Ninguém dúvida de que isso é o fim, ou seja, cometemos o pior dos pecados: desistindo de lutar estamos desistindo de nós mesmos. E ninguém pode fazer isso, em hipótese  nenhuma. Jamais podemos desistir de nós mesmos. 
Devemos sempre estar combatendo ao nosso lado, ainda que as probabilidades de vitória sejam mínimas ou inexistentes. Todo mundo pode desistir de nós, nossos pais, nossos parentes, nossos cônjuges, nossos amigos, todos. Menos nós. 
Nós somos aquele guerreiro que nunca pode abandonar o campo de batalha, aquele que luta até o fim seja para ganhar ou perder. Nunca esquecendo que na vida não existem derrotas. Ganhando ou perdendo somos sempre vencedores. As derrotas ensinam muito mais que as vitórias e quem ganha com isso somos nós. Por  isso, independente do momento que estamos vivendo, nunca demos  desistir de nós, Nunca devemos desistir de ser os guerreiros que somos.

Bom domingo.

sábado, 22 de abril de 2017

Medo de mostrar a cara.

Resultado de imagem para imagem de medo de mostrar a cara no facebookNão é novidade nenhuma falar do fenômeno das "selfies", embora essa mania ou modismo esteja longe de passar. Parece que, definitivamente, as pessoas decidiram que todo instante vivido merece ser devidamente registrado e guardado para a posteridade. Estamos, sem sombra de dúvida, empenhados em deixar bastante material para os estudiosos do futuro. Se os homens primitivos esculpiam gravuras nas pedras, nós fazemos "selfies". Difícil acreditar que tantos rostos de pessoas sorrindo para fingir contentamento e felicidade interessem ou tragam algum tipo de informação que sirva para um estudioso do futuro compreender o nosso estilo de vida.  
Brincadeira à parte, o que quero falar vai na contramão de tudo isso. Existe um outro fenômeno que talvez também não vá interessar a estudiosos do futuro, mas que gera, no mínimo, uma suspeita no presente. É o hábito que muitos usuários de internet têm de não usarem as suas próprias imagens e nomes nas mídias sociais das quais participam. Muitos trocam as suas fotos por animais, escudos de times, personagens de desenho animado, artistas de cinema e da música falecidos e vai por aí. 
Por que agem assim? Seria medo de mostrar as suas caras? Se a resposta é positiva, qual seria a motivação? Timidez? Complexo? Caso seja por timidez ou complexo, não é difícil entender. Afinal, nem todo mundo é tão desinibido assim, não é? Embora esconder-se atrás de uma figura real ou imaginaria, acredito, não seja a melhor maneira de enfrentar o problema.
Porém, existe ainda a possibilidade de que a pessoa use esse tipo de artifício para poder ficar mais à vontade para cometer crimes e não ser facilmente identificada. É claro que cada caso é um caso. Não podemos generalizar. 
No entanto, numa época em que as pessoas fazem tanta questão de mostrarem as suas caras o tempo inteiro, valer-se desse tipo de expediente é no mínimo suspeito e deve ser visto com alguma cautela. Quando recebo um convite de amizade de alguém que não mostra a sua cara, simplesmente não aceito, por mais "engraçadinho" ou moderno que possa parecer.
Se alguém entra numa rede social tem que ser para mostrar a cara. As redes sociais, em minha opinião, já não inspiram muita confiança e sempre devem ser usadas com cuidado e atenção e isso pode começar pela foto de apresentação e pelo nome do usuário. A foto e nome precisam ser da própria pessoa e não falsos. Convém aos complexados e tímidos enfrentarem seus medos e não se esconderem. Esse é o melhor caminho.

Bom final de semana.

domingo, 16 de abril de 2017

Fazer ou não diferença na vida das pessoas?

Resultado de imagem para imagem de fazer ou não diferença na vida das pessoasO papel que cada um de nós desempenha no mundo, no exato lugar em que vivemos, depende de cada um. Podemos simplesmente passar a vida sem nos importarmos muito com aquilo que acontece perto de nós e nem  com as pessoas com as quais convivemos. É assim que a maioria das pessoas prefere viver, ou seja, sem se meter na vida dos outros. Acreditam que dessa forma estão livres de problemas. 
Nada mais justo. Afinal de contas, evitar problemas é tudo o que mais queremos na vida, não é? Para quê se meter com aquilo que não lhe diz respeito?, perguntam-se. No entanto, por mais que se queira, não dá para fingir-se de morto o tempo todo diante de tudo o que acontece no mundo inteiro e à nossa volta. Até porque, chega uma hora em que os problemas que antes pensávamos que eram apenas dos outros, que não nos diziam respeito, batem á nossa porta e aí não podemos mais ficar alheios, somos obrigados a sair de nosso casulo e tomar uma posição ainda que seja apenas defensiva..
Nessa hora, descobrimos o quanto é importante interessar-se pelo que acontece longe e perto de nós. Isso serve, não só para nos prevenirmos, mas também para que aprendamos com as experiências dos outros. Além, é claro, nos faz descruzar os braços e conscientizar-nos de que sempre podemos fazer alguma coisa para ajudar aqueles que estão numa situação inferior à nossa. Ajuda que para nós,, muitas vezes, não custa muito esforço, mas que faz uma grande diferença na vida das pessoas. 
A decisão de fazer ou não diferença na vida de pessoas que não conhecemos e com as quais dificilmente teríamos contato de outra forma ou por outra razão que não seja pelo amor ao próximo, sempre será de cada um dia nós. Ninguém por ter um pouco mais de dinheiro, por ser um pouco mais inteligente ou por estar numa posição privilegiada é obrigado a ajudar os que nada têm e os que têm menos. Trata-se apenas de uma questão de bom senso. 
Independente de situação financeira ou qualquer coisa que seja, todos sempre têm algo que pode compartilhar: tempo, disposição, um carinho, um sorriso, um ouvido atento ao que outro está falando e até mesmo o nosso silêncio. Sim, muitas vezes aqueles que estão do nosso lado precisam do nosso silêncio e do nosso respeito.

Boa páscoa!

sábado, 15 de abril de 2017

A difícil tarefa de manter-se positivo.

Resultado de imagem para imagem de a dificuldade de pensar positivoJá faz tempo que dizem por aí que o homem (ser humano) é aquilo que pensa. Ou seja, se pensarmos de maneira positiva atrairemos para nossa vida os acontecimentos e situações agradáveis que tanto desejamos e isso nos fará felizes e realizados. O contrário disso, os pensamentos negativos e derrotistas, nos levará a uma vida repleta de acontecimentos desagradáveis que nos farão, sem dúvida, infelizes.
A fórmula parece simples: você pensa positivamente e atrai todas aquelas coisas boas que sempre desejou: a pessoa amada, a família perfeita, o emprego almejado, aquela promoção tão esperada, a casa dos sonhos, o carro, as viagens, a saúde física e espiritual, enfim, tudo de bom que uma pessoa pode querer e desejar.
Porém, o mundo à nossa volta não dá trégua: são as guerras que não acabam mais e que geram muito sofrimento, são os políticos que parecem dispostos apenas a roubar e enganar o povo com falsas promessas, são as doenças que grassam em todo canto, a violência que não cessa e os preconceitos de toda sorte. 
E aí vem aquela velha pergunta: como manter os pensamentos positivos diante de tudo isso?  Ninguém é capaz de dizer que não se sente afetado por tudo isso. Precisaria ser, por assim dizer, bastante alienado para não se sentir incomodado. No entanto, apesar de tudo isso, temos que manter sempre uma perspectiva positiva, olhar a situação negativa, o momento difícil e acreditar que tudo vai melhorar, ainda que as probabilidades não sejam boas. 
Se somos aquilo que pensamos, devemos pensar sempre o melhor. Sem nunca esquecer da "lei da atração". Atraímos aquilo que pensamos e desejamos ardentemente. Vem daí a ideia de que somos aquilo que penamos. Na verdade, nós atraímos para nossas vidas aquilo que pensamos. Se em nosso quadro mental nos projetamos como pessoas vencedoras, que conseguem tudo aquilo que desejam, que vivem em harmonia com todos aqueles que lhe rodeiam, que desejam o bem para si para o mundo como um todo, é bem possível que isso vai se refletir em nossas vidas através de realizações positivas e viveremos uma vida tranquila.. Embora não devamos esquecer que problemas sempre existirão, eles apenas perdem a dimensão aterrorizante se virmos em tudo oportunidade de crescimento e aprendizado.
Infelizmente, muitos de nós preferem cultivar pensamentos negativos e toda vez que são atingidos por algum problema ou situação difícil desesperam-se e entregam-se aos pensamentos negativos vendo-se como derrotados e que nunca conseguem o que quer. 
Mesmo com todas dificuldades da vida, é preciso manter-se confiante e positivo. Parece difícil, mas é apenas questão de treino. Que tal começar agora?

Bom final de semana.

domingo, 9 de abril de 2017

Julgando os erros dos outros.

Resultado de imagem para imagem de juizes sem togaNem todo mundo enverga a toga de juiz, mas todo mundo adora julgar. Basta alguém sair um pouquinho da linha para que nos lancemos em campo com o nosso dedo em riste prontos para apontar o erro cometido. Como não podia deixar de ser, somos julgadores implacáveis e condenamos todos a pena máxima. Nada de ter misericórdia ou ser benevolente com quem quer que seja. Apenas aliviamos a barra daqueles aos quais temos alguma ligação, seja por parentesco ou por afeição. Fora isso, é a danação eterna. 
O problema de tanta rigidez é que num belo momento poderemos ser aquele que está sentado no banco dos réus e aí... Bem, aí é que sentiremos o quanto um julgamento apressado pode ser injusto. Nesse momento descobriremos que somos muito cruéis ao julgar as falhas dos outros, mas aí já será tarde. Se fomos tão duros no julgamento de outras pessoas porque não damos a elas o direito de usarem da mesma dureza com a gente. Afinal de contas, como bem costumam dizer as constituições de todos os países civilizados e segundo a visão das religiões, somos todos iguais perante a lei e aos olhos de Deus.
Com a voz embargada, pedimos clemência. Que sejam justos com a gente, que tenham conosco a boa vontade que não tivemos ou temos com os nossos semelhantes. Porém, já é tarde e a sentença vai ser anunciada a qualquer hora. Nos resta abaixar a cabeça e aceitar que o jogo funciona exatamente assim. Não há nada de errado.As regras são claras e sua aplicação é nossa velha conhecida de todos.
Até quando vamos agir como juízes sem toga? Por que temos que ficar o tempo todo julgando cada deslize do outro como se fôssemos ficais do mundo? Chegou a hora de usar de boa vontade para com aqueles que erram, que julguemos (se mesmo assim achamos que devemos fazê-lo) com o coração brando daquele que está sobre a terra e que também pode a qualquer momento cometer esse ou aquele erro.
Todo erro deve ser julgado segundo a sua gravidade. Toda pessoa que erra tem que responder pelo erro que cometeu. Ninguém nunca vai poder mudar isso. No entanto, todos têm direito à ampla defesa e a um julgamento justo. E esse julgamento deve ser feito por alguém dotado de poderes para fazê-lo. Só assim a justiça pode ser feita. Do contrário, ao condenarmos sem estarmos preparados para fazê-lo, nos tornamos apenas justiceiros e todos sabemos do que são capazes os justiceiros. 

Bom domingo.

sábado, 8 de abril de 2017

Não somos meros espectadores.

Resultado de imagem para imagens para meros espectadoresPor mais que se queira, é difícil manter uma visão distanciada da vida, principalmente se levarmos em conta as coisas que acontecem à nossa volta. Basta conectar-se à internet para que tomemos conhecimento de todas as tragédias que acontecem ao nosso lado ou em lugares que achamos difícil chegar até mesmo usando a nossa imaginação. 
A televisão, o rádio e os jornais também não dão trégua. O grande destaque é sempre as notícias mais escabrosas: bombardeios, armas químicas, guerras por todo lado, pessoas sendo expulsas de suas terras e impedidas de entrar em outras, fome, miséria, muita miséria, abandono, desgovernos, maldades que não acabam mais.
Para as notícias boas (por mais que não se queira acreditar ou mesmo alardear, acontecem coisas boas) o espaço é sempre muito reduzido. Isso quando se dão ao trabalho de publicar as notícias consideradas "boas". Os operadores das mídias acreditam que esse tipo de notícia não dá lucro, não vende jornal nem dá audiências, no caso da internet, cliques e comentários.
Segundo essa visão, o povo gosta de saber das tragédias e pouca importância dão às atitudes humanitárias, aos atos de solidariedade e aos gestos de amor, carinho e compreensão. E nem podemos dizer que eles não têm razão. Afinal de contas, nós consumimos esse tipo de notícias e parecemos não nos importar com isso. Agimos como se fôssemos apenas espectadores de um espetáculo teatral e que ao final voltaremos para casa sem um único arranhão. 
Infelizmente, isso não é verdade. Nós fazemos parte desse espetáculo, estamos dentro cena e quando menos esperamos nos tornamos os atores principais e, muitas vezes, sem direito ao final feliz muito comum na ficção. Os dramas e as tragédias que acontecem longe de nós passam a acontecer do nosso lado. Não há mais como ficar indiferente ou simplesmente desligar a televisão, o rádio, fechar o jornal ou desconectar-se. Fomos atingidos. 
É isso que acontece quando uma bala perdida atravessa o caminho de alguém que amamos, um caminhão bomba explode um lugar que frequentamos, uma guerra explode em nosso país. Será que mesmo assim continuaremos nos comportando como meros espectadores cujo único trabalho é aplaudir o espetáculo no final? Se mantivermos esse tipo de pensamento e atitude, vamos continuar assistindo isso indiferentes até que nos falte as mãos para aplaudir no final.

Bom final de semana.

domingo, 2 de abril de 2017

Laços perdidos.

Resultado de imagem para imagens para laços perdidosAs constantes mudanças que geralmente ocorrem em nossas vidas nos levam, muitas vezes, a trocar de rua, bairro, cidade, de estado  e até mesmo de país. É raro vivermos sempre no mesmo lugar ou nos relacionarmos com as mesmas pessoas durante toda a nossa vida. Dessa forma, estamos sempre aproximando e ao mesmo nos afastando de pessoas. Algumas não vemos nunca mais. Elas simplesmente desaparecem de nossas vidas como se nunca as tivéssemos conhecido. Ficam apenas as lembranças e a sensação de que as conhecemos numa outra vida ou que tudo não passa de um sonho ou uma ilusão criada por nós. 
Outras, encontramos de vez em quando e logo as perdemos de vista novamente. Depois disso, ficamos dependendo do acaso para nos reunirmos outra vez. É claro que aí estão incluídas aquelas pessoas que não fazemos muita questão de reencontrar. Nesse caso, acreditamos que o "destino" fez um bom trabalho levando-as para bem longe. 
Mas há os casos de pessoas que a separação nos causou muita dor e sofrimento. São os amores que vão para longe, os amigos que partem nos deixando com lágrimas nos olhos, a morte que  arrasta inexoravelmente aqueles que tanto amamos. Enfim, laços que se perdem seja por vontade ou por força dos acontecimentos que independem de nossa ação e que muitas vezes não mais poderão se  refeitos.
A distância e a separação são dois grandes corrosivos. Destroem os laços que foram criados naturalmente por força do convívio. Laços que uma vez quebrados dificilmente voltam a ser do jeito que eram antes, tornado muito difícil ou até impossível a retomada de um grande amor, de uma amizade afetuosa ou mesmo de um parentesco próximo ou distante. 
Refazer laços perdidos exige muita boa vontade das duas partes, independente do motivo da separação. As duas partes mudam, passam a ver a vida de maneiras diferentes pelas experiências vividas ou não vividas durante o tempo de afastamento e isso pode dificultar a retomada dos laços afetivos. 
No entanto, é sempre possível vencer todas essas barreiras e voltar ao convívio nos moldes de antes. Principalmente quando as pessoas envolvidas estão com seus corações abertos e dispostas a aceitar que não somente a outra pessoa mudou, mas que você também mudou com o passar do tempo em que estiveram separados. 

Bom domingo.