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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Você sabe o que fazer com aqueles "benditos" ou "malditos" papeizinhos?

Antes eram poucos e raros, mas agora virou uma febre. Basta você colocar o pé na rua e lá vem uma multidão deles. São os distribuidores de papel. Eles existem aos montes e estão em pontos estratégicos das ruas. Não adianta você tentar se desvencilhar deles; eles são insistentes e vêm no seu encalço. Não há como escapar. Alguns são um tanto agressivos em sua abordagem, mas  a maioria faz a abordagem de maneira polida e educada: Bom dia! ou Boa tarde! Muito obrigado, completam ao ter o tal papelzinho aceito. Sem dúvida, isso deixa a gente um tanto "sem jeito". O problema mesmo, depois de aceitar o papelzinho e que geralmente não tem nenhuma utlidade para nós, é saber o que fazer com ele. No meu caso, eu guardo até encontrar uma lixeira para poder depositá-lo. Só que a maioria das pessoas tem o hábito de jogar no chão, sujando mais ainda as nossas ruas e dando mais trabalho aos nossos amigos varredores, que já têm bastante trabalho. Ou seja, isso virou um problema. É claro que não podemos esquecer que esses distribuidores de papel são, em sua maioria, desempregados, quase todos jovens, e que não estão fazendo nada mais que garantir algum trocado no final do dia. É essa visão  que me faz, muitas vezes, aceitar os papeizinhos, mesmo sabendo que não farei outra coisa senão jogá-lo no lixo. Dependendo da hora e da minha pressa, procuro passar longe dos distribuidores, o que não é nada fácil; eles estão por toda parte.


Em tempo: Salve São Jorge!  Salve Ogum! Que ele, seja na sua forma de santo guerreiro da igreja católica ou de orixá da umbanda, nos proteja a todos, seus filhos e devotos.