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sábado, 28 de fevereiro de 2015

Incentivo.

Resultado de imagem para imagens de motivação     É muito comum, e mais recomendado, que nós sejamos aqueles que mais acreditam em nosso potencial. Para isso devemos abandonar a nossa timidez, a nossa modéstia, a nossa falta de fé em nós mesmos e nos lançar no mundo com mais firmeza e determinação, buscando o caminho de nossas realizações sem importar com  os obstáculos que porventura encontremos.
     No entanto, existem pessoas que mesmo sendo possuidoras de grande competência e talento não conseguem acreditar no próprio potencial e não mostram o seu valor. Ao contrário, a qualquer sinal de dificuldade  (as tais barreiras) essas pessoas desanimam e tiram o seu time de campo perdendo a chance de mostrar o seu valor.
     Muitos sucumbem e passam a vida em posições medíocres quando na verdade podiam estar à frente de grandes projetos, brilhando nos palcos, nos gramados, nas quadras. Enfim, colhendo os louros que seu talento ou habilidade pode lhe proporcionar. 
    Como dizem que na vida sempre precisamos contar com a sorte, algumas pessoas acabam encontrando verdadeiros "pés de coelho" em suas vidas que acabam por mudar o seu destino. E esses "pés de coelho" podem ser o pai, a mãe, um amigo ou amiga, professores, mentores espirituais, até mesmo desconhecidos que com uma única palavra podem despertar nossa coragem para a luta.
    Quem não conhece um pai ou mãe que dedicou sua vida para ver um filho ou filha mostrar ao mundo a sua habilidade esportiva ou seu talento artísticas? Muitas vezes esses filhos ou filhas nem tinham noção do talento que possuíam ou se tinham não venceriam se não fosse o incentivo e a insistência dos pais, técnicos, amigos etc.
    Todos precisamos de incentivo para viver e se esse incentivo não vem de nós mesmos pode muito bem vir de outra pessoa. O importante é que despertem em nós o desejo de superar as dificuldades e cruzemos a linha de chegada.

    Mostre-se, acredite em você.

Bom domingo.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Vergonha de ser brasileiro.

Resultado de imagem para bandeira do brasil   Não sou eu a pessoa que tem "vergonha de ser brasileiro". Nunca disse  isso e tenho certeza que jamais vou dizer. Infelizmente, vez por outra, leio ou ouço essa  triste afirmação em algum lugar e quero, de alguma forma, demonstrar o meu repúdio.
   Para mim, não existe essa coisa de ter vergonha, nem mesmo orgulho, de ser brasileiro. Sou brasileiro e ponto final. Nascemos onde nascemos, não para nos orgulharmos disso ou não e, sim, porque simplesmente temos nossa identidade ligada à essa terra para o bem e para o mal. 
    Se estamos incomodados com alguma coisa que não está funcionando direito, devemos lutar dentro das nossas possibilidades para mudar isso. Limitar-se a dizer que se tem vergonha de ser brasileiro é optar pelo caminho mais fácil.
     Pois bem, parece que para muita gente nascemos num determinado país para vivenciarmos apenas o que ele tem de melhor. Enquanto as coisas estão bem, todos ficam felizes e vão para as ruas comemorar os gols e as vitórias. Porém, basta que algo dê errado para que desejem esquecer a sua identidade brasileira.
    Muitos procuram a imprensa - principalmente os artistas e ricos -  para dizer que vão deixar o país para viver em um lugar "mais civilizado". Será que isso é mesmo ser brasileiro? Se for, é uma nacionalidade de fachada. Algo para usarmos em tempos de bonança. 
   Toda vez que leio essas notícias de que alguém, ou um grupo, diz que está envergonhado de ser brasileiro, imagino que isso também se refira à sua própria família. Não dá para fazer diferença entre pátria e família. A pátria é a família ampliada. Quando renegamos nossa pátria, renegamos também a nossa família.
   Numa mesma família há bons e maus, pessoas que constroem e pessoas que atrapalham o progresso. Nem por isso deixa de ser família. Dizer por aí que se tem vergonha de ser brasileiro após um acontecimento pouco honroso é infantil e afirma claramente que abandonamos o barco quando ele parece perder o rumo.
     Quem devia ter vergonha de pessoas assim é o BRASIL. Mas tenho certeza de que, como uma mãe amorosa, o país não se envergonha de nenhum de seus filhos.

Bom domingo.

sábado, 14 de fevereiro de 2015

A comédia dos espíritos

Resultado de imagem para imagens da novela alto astral    É sempre temerosa a notícia de que a televisão resolveu abordar temas relacionados à religiosidade do povo através do seu carro-chefe, as telenovelas. Principalmente quando se trata do espiritismo, um tema tão difícil de ser abordado dado às suas próprias características. Por mais bem intencionado que o autor (ou autores) seja, qualquer deslize e a coisa desanda. 
   Provavelmente, foi por esse motivo que a grande autora Ivani Ribeiro cercou-se de especialistas, entre eles Chico Xavier através de seu livro "Nosso lar", para escrever a novela "A viagem", a mais bem-sucedida investida do gênero no assunto, seguida de "O profeta", a versão da Tv Tupi, que fique claro, da também de sua autoria.
   Outros autores tentaram abordar o tema, entre eles o competente Walter Negrão, mas nunca se repetiu o mesmo sucesso. Embora o tema seja fascinante, não deixa de ser espinhoso e não conta com a total adesão do telespectador. O brasileiro, apesar de ser conhecido como povo livre e aberto, é conservador quando o assunto é religião.
    Por isso, é preciso cuidado quando se aborda o tema. E cuidado não parece ser o que está tendo a atual novela das sete da Rede Globo, "Alto astral" que trata o tema sem nenhuma preocupação de esclarecer o público. A tônica, parece, é fazer o povo rir custe o que custar. 
    E para isso vale qualquer coisa, inclusive fazer todo acreditar que médiuns são loucos e os espíritos agem da mesma maneira. Haja vista a personagem da atriz Cláudia Raia.  Além da atriz ter claramente  perdido a mão em sua interpretação, o personagem beira o ridículo.
   A história da menina que apronta mil e uma traquinagens com a intenção de juntar o casal principal é muito pouco crível, sobretudo pela sua falta de entendimento da realidade do mundo. E o fato de um espírito apresentar-se como criança não significa que ele tenha o entendimento infantil. O espírito Carlitos mais parece um obsessor e não está interessado em mais nada que não seja fazer cirurgias.       
   Antes de curar o corpo há que se cuidar da alma, não?  Muita estranha aquela situação onde o personagem da atriz Cristiane Torlone faz exigências ao espírito para poder aceitar que as cirurgias aconteçam em seu hospital. Chego a pensar que o mundo espiritual não é mais o mesmo.
    No mais, a novela está longe de fazer jus ao título. O astral está longe de ser alto, mesmo com todo o esforço feito para criar situações "engraçadas" envolvendo os incautos espíritos.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Sorrindo na fotografia.

     Nunca fui de ficar rindo à toa. Sempre acreditei naquela máxima que diz que quem ri de tudo e o tempo todo, no fundo, está escondendo uma grande tristeza. Embora, também, tenha que assumir que a quase constante ausência do sorriso em meus lábios, sobretudo nas fotografias, não seja sinônimo de eterna felicidade.
    Pelo contrário. Sou normal e, como todo mundo, tenho os meus dias de felicidade e de tristeza. Nada, acredito, de mais. Mas deixemos para lá o meu nível de felicidade. Esse post não é para falar disso e, sim, do meu sorriso na fotografia. E é por aí que devemos seguir.
    Tem gente que bastou alguém empunhar uma máquina ( hoje em dia mais celulares  que máquinas) fotográfica que já estampa um largo sorriso nos lábios. Nem precisa do fotógrafo dizer:
- Cheese!
    Às vezes, tenho a impressão de que estas pessoas não fazem outra coisa na vida senão sorrir para fotografias e até tenho inveja delas. Os sorrisos, embora claramente forçados, ficam naturais e bonitos. O mesmo não posso dizer dos meus: ficam forçados e nada naturais.
    Apesar desse meu "probleminha", ou seja, não conseguir sorrir em fotografias, eu sempre levei uma vida normal. Quando fotógrafo dizia "cheese" (sorry, eu sou meio antigo), eu fingia que ele estava falando de queijo e a coisa ficava por isso mesmo: lá estava eu na foto com cara séria e triste.
    Porém, dia desses eu "posei" para a lente de algum celular nervoso que estava por perto e continuei levando a minha vida. No entanto, a fotografia foi postada numa rede social e veio a surpresa. Numa turma de mais de dez pessoas eu era o único que não trazia um sorriso estampado no rosto. Ato extremamente normal para mim, mas... Bem, o que se veio depois foram críticas ferozes:
- Eu não disse? Nem pra rir esse cara serve. - disse alguém que nutre uma "grande" simpatia pela minha pessoa.
    Outros disseram algumas coisas que não valem à pena serem reproduzidas aqui e eu tive que fazer cara de paisagem. Desde então, tenho pensado muito nessa coisa de sorrir para fotografia e cheguei a conclusão que o problema é bem mais sério que eu pensava. Quando tento sorrir, os cantos da boca tremem e eu me sinto desconfortável.
    Por acaso, alguém conhece algum tipo de solução para o meu caso? Aceito sugestões, conselhos e mais o que vier. O que eu não posso é continuar sendo visto como um mal humorado que não se digna a dar um simples sorriso numa fotografia.