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sábado, 2 de julho de 2016

Qual é o seu nome?

Resultado de imagem para imagens de qual é o seu nome?Parece uma pergunta simples, mas em alguns casos ela pode gerar pânico. É que muita gente não suporta o nome que tem. Algumas evitam o máximo que podem revelar ou falar em voz alta quando perguntadas, gerando com isso muita confusão, aumentando, muitas vezes, a exposição e o ridículo que tanto querem evitar.. Outros, por sua vez, adotam pseudônimos ou os apelidos que ganharam na infância e também ao longo da vida como forma de se livrarem dos nomes que receberam de seus pais ou responsáveis ao nascer. 
Tudo isso parte da ideia de que existem nomes bonitos e nomes feios. O que, particularmente, acho que não procede. Nome é nome. Não cabe julgar se é bonito ou feio. Poderia-se levar em conta a razão pela qual alguém tem um nome e não outro, mas, acredito, essa insatisfação aconteceria independente do nome recebido.
Quem não gosta de se chamar João não seria mais feliz se seu nome fosse Pedro. Uma Maria que se chamasse Cláudia, Andréa, Sabrina provavelmente diria que seria mais feliz se seu nome fosse mesmo Maria. Porque, na verdade, gostamos da sonoridade que o nome tem quando ele pertence a outra pessoa que não nós. E se essa pessoa for rica, bonita, benquista e famosa parece que sua beleza é muito maior e a força que ele exerce sobre quem  ouve é grande. Passa-se a acreditar que esse ou aquele nome dá sorte, fazendo de seu portador um afortunado, ou má sorte, fazendo aquele que o carrega um azarado.
Por outro lado tem aqueles que têm nomes estranhos e até ridículos e não se importam com isso. Muito pelo contrário. Elas gostam de proferi-los e até fazem piadas sobre eles com o intuito de fazer todo mundo rir. Há ainda os casos de que o nome é fruto de erro de pronúncia ou escrita na hora do registro e a criança se vê obrigada a carrega-lo para o resto da vida.
Seja como for, nome é nome, não importa qual seja. Quem pode fazer o nome ser bonito ou feio, sortudo ou azarado, vencedor ou derrotado é a pessoa que o leva, ninguém mais. Porém se o seu nome lhe causa desconforto, você está livre para mudar. Afinal de contas, gosto não se discute. O que conta é que você não se sinta constrangido(a) quando alguém perguntar o seu nome e possa responder com alegria e até uma certa dose de orgulho. Por mais comum ou raro que ele seja, ele é apenas seu, só seu e de mais ninguém.

Boa sorte!