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sexta-feira, 22 de março de 2013

Alimentando a fé.

     Dizem que a fé remove montanhas. Embuidos de fé somos capazes de feitos maravilhosos e nos tornamos verdadeiros gigantes, mesmo que os nossos corpos não sejam tão fortes assim.  Isso se dá porque o que nos move não é a força física, mas uma força que está além da nossa compreensão humana.
     E essa força se revela em vários pontos importantes da nossa vida. É ela  que nos leva a nos juntar com outras pessoas para realizar coisas que não podemos, ou não queremos, realizar sozinhos. Pessoas que vêm somar a nós  num projeto, numa fé, numa simples viagem de passeio e mesmo em grandes empreendimentos.
     Como é bom quando encontramos essas parcerias e com elas realizamos coisas, acredtiando um no outro, somando esforços. A roda da vida gira com mais facilidade, pois as engrenagens funcionam de forma a permitir  que tudo aconterça dentro do esperado, do planejado, daquilo que parece ser a vontade de Deus.
     No entanto, às vezes, um outro dito polular ganha a cena. Aquele que diz: nem tudo é para sempre. Muito menos os encontros felizes. Chega um dia em que a roda não gira mais com tanta facilidade e as engrenagens começam a apresentar defeito.
     É aquela hora em que temos vontade de jogar tudo para o alto e dizer que não vale a pena acreditar no ser humano, que essa nossa carcteristica humana é sinônimo de seres imperfeitos, capazes de comenter atos tristes e degradantes. A dor é profunda, o desencanto é muito grande. Nos sentimos desnorteados, perdidos.
     O que fazer num momento desses em que se perde a fé no nosso semelhante? Não existe receita, não existe método infalível. Achar a porta de saída é uma questão de tato, uma questão de bom senso, sensibilidade.
     Jesus nos exortou a "orar e vigiar". É, o ladrão não marca a hora para chegar. É preciso estar alerta. O importante numa hora dessas é lembrar que fé a gente alimenta, a gente cuida para ela não morrer. Esse é o momento de adubar a nossa fé, de cuidar dela com mais carinho e atenção. Hora de aproveitar o tombo para dar a volta por cima.