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maio 10, 2026

"Tristeza não paga dívida".

 Esse é um ditado popular que anda um tanto esquecido nesses nossos tempos em que parecem existir mais motivos para ficar triste do que alegre. A cada momento, recebemos uma avalanche de notícias ruins, verdadeiras tragédias, e fica mesmo muito difícil manter a fé na humanidade e a esperança de que tudo, uma hora ou outra, vai melhorar, ou, quem sabe, mudar.

Alguns aconselham que se deva alienar-se, ou seja, simplesmente ignorar o que acontece ao nosso lado e mundo afora, pois, dessa forma, estaremos livres de nos deixar contaminar, de nos entristecer com tudo o que se vê e se ouve por aí. Não acredito que essa seja a melhor solução; não podemos virar as costas para o mundo em que vivemos.

Alguém já disse que "ninguém é uma ilha", fazemos parte da humanidade, nascemos para viver em grupo, para uns ajudarem os outros. Como se promete num casamento, devemos estar juntos na alegria e na tristeza, na saúde e na doença; enfim, a vida é feita de momentos tristes e alegres, não há como fugir disso. Os acontecimentos se alternam e se dão independentemente de nossa vontade.

Ao mesmo tempo, ninguém escolhe ser alegre ou triste; apenas acontece. O que podemos escolher, na verdade, é a forma como vamos encarar as tristezas e as alegrias que por ventura surjam em nossas vidas. A melhor escolha, não tenho dúvida, é não se deixar levar pelas tristezas, que parecem acontecer com mais constância, e valorizar os momentos alegres que, embora raros, sempre surgem para clarear o nosso dia.

Feliz Dia das mães!

Bom domingo e excelente semana.

Esperança, fé, amor, paz e Caridade.